Catherine
não esperava o que aconteceria naquela tarde fria quando foi para o pequeno pub que ficava perto de sua casa. Ela
bebia tranquilamente, sentada na primeira mesa do pequeno bar, e demorou um
pouco para notar o homem alto e pálido que entrava no lugar, até ele olhar para
ela e começar a arquejar, respirando com dificuldade, até desmaiar no chão do pub.
Ao
acordar, o homem olhou fixamente para o rosto de Catherine, com uma expressão mista
de alegria e dor e disse, numa voz fraca: “Minha querida,
está viva...” desmaiando novamente em seguida. A moça se sentiu confusa, com várias
perguntas surgindo ao mesmo tempo em sua cabeça: quem era esse misterioso
homem? Por que ele teve essa reação tão drástica? E, o mais estranho, por que
ele parecia tão familiar a Catherine? Todas essas perguntas haveriam de ser
respondidas, mas, antes disso, Catherine precisava se acalmar, pois percebeu
que suava frio. Enquanto o homem à sua frente repousava, ela tentava organizar
seus pensamentos.

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